LEIAM!!!LEIAM!!!LEIAM!!!
CENTRO INTEGRADO DE VIVÊNCIAS EDUCACIONAIS – CIVE
REUNIÃO DE ENTREGA DE RESULTADOS DO 3º BIMESTRE (27/10/2011)
4º BIMESTRE: RETA FINAL DO ANO LETIVO
O fim do ano letivo está chegando. Muitos estudantes pensam nas férias, enquanto outros estão preocupados com as notas abaixo da média no boletim. Para estes estudantes que comprovadamente não aprenderam o conteúdo previsto nas suas séries, o risco de reprovação é real. Para resolver o problema, muitos pais procuram o reforço escolar - as chamadas aulas particulares.
Hoje as crianças e adolescentes se envolvem com diversas opções de atrativos e acabam se esquecendo das obrigações escolares. Para muitos, a recuperação é castigo mas, na verdade a recuperação é uma chance de esclarecer dúvidas com o professor, aprender o que foi deixado passar e de ter uma nova avaliação a fim de poder passar de ano. É um momento de estudo específico para estudar somente as matérias que foram de difícil entendimento.
MAS AINDA HÁ TEMPO DE NÃO FICAR EM RECUPERAÇÃO
ALERTA 1: Quando as obrigações escolares não são cumpridas, o aluno compromete sua aprendizagem não conseguindo atingir uma média legal para passar de ano. Você, pai ou mãe, deve acompanhar o processo de aprendizagem de seu filho. Se ele apresentar problemas de aprendizado, converse com o professor e veja como ele está lidando com as dificuldades dele;
ALERTA2: Seu filho vem sendo avaliado frequentemente: atividades de casa, provas, observações de atividades realizadas em sala de aula, exercícios de fixação,estudos dirigidos, situações-problema, trabalhos em grupo, tarefas com experiências, relatos, produções textuais - em conjunto, esses e outros instrumentos de avaliação ajudam o professor a enxergar os diferentes saberes de cada um. Seu filho tem cumprido essas atividades? Como você está acompanhando a AGENDA?
ALERTA 3: Caso o resultado das avaliações do seu filho não ande lá muito bem, a hora de agir é agora. "O risco de repetência abala qualquer família", diz a educadora Ana Lúcia Pugliese, de São Paulo. Se você deixa para cuidar desse problema só no fim do ano, pode não haver mais tempo de recuperação. Notas ruins podem ser causadas por pouco empenho, falta de estudo em casa, não cumprimento da agenda ou desconcentração na escola, entre outros motivos. Veja em que caso seu filho mais se enquadra e tome a atitude mais apropriada para resolver o problema. Nunca se sinta insegura quanto à capacidade dele em aprender;
ALERTA 4: Converse com seu filho e com os professores sobre os motivos que o levaram ao mau desempenho. Muitas vezes ele pode ter perdido aulas importantes, não ter compreendido algum conceito ou não ter tido coragem de fazer perguntas na sala de aula para não se expor diante dos colegas. Não use sua falta de tempo como desculpa para deixar o problema para o final do ano. Você não tem obrigação de ensinar os conteúdos que ele não entendeu, mas deve demonstrar, por meio de uma conversa franca, como é importante aprender e como ele poderá estabelecer uma rotina de estudo;
ALERTA 5: Analise com cuidado o material escolar do seu filho. Ele é um excelente termômetro do que está acontecendo na escola. Peça para ver provas e cadernos e depois fale com a professora sobre os problemas dele. Negocie a diminuição dos momentos de lazer e o aumento dos dedicados aos estudos no 4º bimestre. Conte que isso é necessário para que ele se saia melhor. Passeios, videogame e o tempo dedicado à internet precisam ser repensados nessa hora.
ALERTA 6: "Se o baixo desempenho é resultado de falta maturidade ou de dedicação durante o ano, considero o reforço válido", diz a pedagoga Carmen Galuzzi, de São Paulo (SP). Segundo ela, a própria escola deve sinalizar isso para os pais. "Nada impede, no entanto, que a família tente ajuda extra", explica."Se a necessidade de reforço estiver associada à ausência de limites, a restrição de alguns privilégios pode ser útil", diz o psicólogo Jacques Akerman. Prometer presentes caso o objetivo seja alcançado também não é aconselhável. "O estudante deve entender que a aquisição de conhecimento é a recompensa", recomenda Silvia Colello.
ALERTA 7: Caso seu filho fique em recuperação, lembre-se de considerar: apesar de parecer ruim, a recuperação é uma excelente chance para aqueles que tiveram dificuldade durante o ano letivo para compreender determinados tópicos em diferentes matérias. É uma forma de esforçar e aproveitar o tempo perdido no decorrer do ano. Avalie junto a ele que o melhor a se fazer é estudar e garantir o próximo ano sem recuperação.
CENTRO INTEGRADO DE VIVÊNCIAS EDUCACIONAIS – CIVE
REUNIÃO DE ENTREGA DE RESULTADOS DO 3º BIMESTRE (27/10/2011)
4º BIMESTRE: RETA FINAL DO ANO LETIVO
O fim do ano letivo está chegando. Muitos estudantes pensam nas férias, enquanto outros estão preocupados com as notas abaixo da média no boletim. Para estes estudantes que comprovadamente não aprenderam o conteúdo previsto nas suas séries, o risco de reprovação é real. Para resolver o problema, muitos pais procuram o reforço escolar - as chamadas aulas particulares.
Hoje as crianças e adolescentes se envolvem com diversas opções de atrativos e acabam se esquecendo das obrigações escolares. Para muitos, a recuperação é castigo mas, na verdade a recuperação é uma chance de esclarecer dúvidas com o professor, aprender o que foi deixado passar e de ter uma nova avaliação a fim de poder passar de ano. É um momento de estudo específico para estudar somente as matérias que foram de difícil entendimento.
MAS AINDA HÁ TEMPO DE NÃO FICAR EM RECUPERAÇÃO
ALERTA 1: Quando as obrigações escolares não são cumpridas, o aluno compromete sua aprendizagem não conseguindo atingir uma média legal para passar de ano. Você, pai ou mãe, deve acompanhar o processo de aprendizagem de seu filho. Se ele apresentar problemas de aprendizado, converse com o professor e veja como ele está lidando com as dificuldades dele;
ALERTA2: Seu filho vem sendo avaliado frequentemente: atividades de casa, provas, observações de atividades realizadas em sala de aula, exercícios de fixação,estudos dirigidos, situações-problema, trabalhos em grupo, tarefas com experiências, relatos, produções textuais - em conjunto, esses e outros instrumentos de avaliação ajudam o professor a enxergar os diferentes saberes de cada um. Seu filho tem cumprido essas atividades? Como você está acompanhando a AGENDA?
ALERTA 3: Caso o resultado das avaliações do seu filho não ande lá muito bem, a hora de agir é agora. "O risco de repetência abala qualquer família", diz a educadora Ana Lúcia Pugliese, de São Paulo. Se você deixa para cuidar desse problema só no fim do ano, pode não haver mais tempo de recuperação. Notas ruins podem ser causadas por pouco empenho, falta de estudo em casa, não cumprimento da agenda ou desconcentração na escola, entre outros motivos. Veja em que caso seu filho mais se enquadra e tome a atitude mais apropriada para resolver o problema. Nunca se sinta insegura quanto à capacidade dele em aprender;
ALERTA 4: Converse com seu filho e com os professores sobre os motivos que o levaram ao mau desempenho. Muitas vezes ele pode ter perdido aulas importantes, não ter compreendido algum conceito ou não ter tido coragem de fazer perguntas na sala de aula para não se expor diante dos colegas. Não use sua falta de tempo como desculpa para deixar o problema para o final do ano. Você não tem obrigação de ensinar os conteúdos que ele não entendeu, mas deve demonstrar, por meio de uma conversa franca, como é importante aprender e como ele poderá estabelecer uma rotina de estudo;
ALERTA 5: Analise com cuidado o material escolar do seu filho. Ele é um excelente termômetro do que está acontecendo na escola. Peça para ver provas e cadernos e depois fale com a professora sobre os problemas dele. Negocie a diminuição dos momentos de lazer e o aumento dos dedicados aos estudos no 4º bimestre. Conte que isso é necessário para que ele se saia melhor. Passeios, videogame e o tempo dedicado à internet precisam ser repensados nessa hora.
ALERTA 6: "Se o baixo desempenho é resultado de falta maturidade ou de dedicação durante o ano, considero o reforço válido", diz a pedagoga Carmen Galuzzi, de São Paulo (SP). Segundo ela, a própria escola deve sinalizar isso para os pais. "Nada impede, no entanto, que a família tente ajuda extra", explica."Se a necessidade de reforço estiver associada à ausência de limites, a restrição de alguns privilégios pode ser útil", diz o psicólogo Jacques Akerman. Prometer presentes caso o objetivo seja alcançado também não é aconselhável. "O estudante deve entender que a aquisição de conhecimento é a recompensa", recomenda Silvia Colello.
ALERTA 7: Caso seu filho fique em recuperação, lembre-se de considerar: apesar de parecer ruim, a recuperação é uma excelente chance para aqueles que tiveram dificuldade durante o ano letivo para compreender determinados tópicos em diferentes matérias. É uma forma de esforçar e aproveitar o tempo perdido no decorrer do ano. Avalie junto a ele que o melhor a se fazer é estudar e garantir o próximo ano sem recuperação.
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